segunda-feira, 14 de julho de 2008

Pequeno ladrão de frutas?

Viu que ela tinha pulsos fortes,
Mas não aguentava mais aquelas cordas!
Seu corpo já estava pesado demais,
E a qualquer momento não resistiria mais o que passava,
Sem saber o que fazer ela adormeceu!

Na manhã seguinte, não muito acordada, ela sentiu algo estranho, pensou que estivesse nas nuvens, ou voando pelos ares em uma corrente de ar suave, onde o cheiro que sentia eram de belas rosas formosas, enfim abriu os olhos e não acreditou no que via e sentia, não estava mais pendurada naquela que seria o seu fim, mas seus pulsos continuavam amarrados para cima, mas desta vez estava em uma cama, embora soubesse que permaneceria presa e aquelas condições que estava era mais um milagre em sua vida, sentiu-se aliviada e só em seus devaneios...

Não mais que alguns momentos depois do sol bater-lhe de frente ao rosto, chega o pequeno ladrão de frutas. Ele escondera a bela moça em um aposento secreto do Castelo, com ajuda de uma menina, que tinha lá seus onze anos, era uma travessa e filha de uma cozinheira das majestades.

Ao lado da bola de cristal estava um saquinho vermelho, costurado a mão, com um pó que reluzia com a luz, o menino por sua vez, ao ver a bela moça dentro da bola de cristal, pegou um pouco do pó e disse algumas palavras que escutou uns dias atrás espiando as moças de preto no meio do bosque e pensou em aliviar sua dor, e naquele momento descobriu que o pó era mágico.

Entrou com pressa no quarto e ao ver que a moça havia percebido sua presença ali, foi logo pedindo-lhe desculpas pelo que se passava, mas que sabia, se ela estava naquelas condições por bons motivos não seriam. Ela envergonhada, o agradeceu por tê-la salvo, pois achava que morreria se continuasse pendurada como antes, e que no momento certo revelaria o motivo de sua prisão dentro daquela bola de cristal.

O menino deixou a bola de cristal em um canto do quarto, falou para ela que ficasse calma e a noite daria um jeito de sua amiguinha colocá-lo para dentro do Castelo, assim poderiam conversar mais, e até a noite decidiria o que poderia ser feito. A menina o esperava na porta do quarto e quando saiu o avisou que os guardas estavam atrás da bola de cristal que havia sumido a noite, para que tomasse cuidado ao voltar durante a noite e que lhe esperava logo que soasse as 22 badaladas no Castelo.

5 comentários:

Andréia Alves Pires disse...

bah... muito legal! :D

José Antonio Klaes Roig disse...

OI, Ana, essa bola de cristal vai render muito ainda, hehehehe, ficou muito bom teu post. :-)

Andréia Alves Pires disse...

não sou ana.. :P

Ana Matias disse...

Valeu Zé!! Vai render muito, junto com outros elementos já citados aqui!!
Beijokas!

Ana Matias disse...

Ah! Andréia é sim!! =D